Arquivos Mensais: Julho 2008

Talvez Tudo. Quem sabe Nada.
Uma arquitetura da Destruição de Si mesmo para não render-se ao banal.
Mera folha ou brisa, levada ao Longe. E se pega a tempo revela as Maravilhas de uma Mente.
Brilho Efêmero. Luz Cegante. Nenhum dos dois.
Ambos.
O Silêncio que Incomoda. O Barulho que Acalma. O Vazio que Acalenta. Um copo metade Cheio.
Veio. Passou. Não volta mais.
Regressão. Tormenta. Calmaria. O que chamam Vida.
Talvez Tudo. Quem sabe o Nada.
Um eterno Redescobrir.

É o que vemos a todo momento. O menor movimento pode nos fazer ser enganados pela beleza de um sorriso que não alcança os olhos. São simples máscaras. Simples, mas necessárias. Caso contrário os homens não consiguiriam ser felizes.

Não se trata da  verdadeira felicidade, até porque a mesma é um conceito relativo, mas uma felicidade capaz de ser comprada, para pura ostentação. Conseguida através do egoísmo crescente que se apodera da sociedade como um todo, e que, não sejamos hipócritas, é ansiada pela mesma que tanto a recrimina.

A felicidade controlada é como um vírus. Uma vez não diagnosticado se espalha rapidamente e corrói o corpo.

Pode parecer uma existência infeliz… Mas há quem lucre com isso. Ou você acredita que algo seria mantido pelo sistema se não produzisse lucro? O governo pode aparentar ser puro, mas pecar combina mais com o ser humano.